
Que bruxa solta, hein?
(Clarice)





(Anderson)




(Anderson)

(Anderson)



(Anderson)
UPDATE: Parece que foi tudo uma doce ilusão e os agentes não só de Naomi Watts,mas também de Joseph Fiennes e Stuart Townsend negaram que os atores estão envolvidos no novo HARRY POTTER. Bem, quem vocês gostariam de ver então como mãe de Draco Malfoy? Eu sempre pensei na Kristin Scott Thomas ou na Natasha McElhone...

(Anderson)
música-momento é uma pequena coleção de canções pop em streaming, criada por lucas sallum, e acompanhadas de simples situações fictícias que poderiam ser reais :)
(Clarice)
(Clarice)
What is wrong with us? Why does Generation X feel this insatiable need to relive its childhood through the re-emergence of ‘70s and ‘80s pop-culture icons? How is it thatTransformers, known for its cheesy animation, cliché one-liners (“One shall stand, one shall fall”) and dated robots (a cassette-tape player and a microscope? C’mon) has suddenly exploded from cult status to a mainstream record-breaking, moneymaking machine?
For a long time, Generation X was regarded mainly as a bunch of slackers and were otherwise unidentifiable. As far as what we, as a generation, stood for, no one could say. But we were raised on television like no other generation, watching Saturday morning and weekday afternoon cartoons and prime-time action shows. (...) Transformers, G.I. Joe, My Little Pony and Voltron; they were there to teach us about what was right and wrong, about important safety lessons such as the importance of a good breakfast and to always look both ways before crossing the street. We grew up in a time when we needed heroes to look up to and some form of stability. These cartoons provided both.
(Clarice Starling)



(Anderson)


(Anderson)

Nesse domingo de manhã, ao terminar a leitura do último livro da saga de HARRY POTTER, foi inevitável pensar nos diferentes ciclos pelos quais passamos sem nem ao menos prestarmos atenção. No caso dos romances, a coisa mais interessante pra mim é a forma com que diferentes comparações foram traçadas entre os livros de Harry Potter e outras obras literárias: os primeiros romances foram imediatamente comparados com outras obras infanto-juvenis da literatura inglesa, como os livros de Beatrix Potter, considerando como a narrativa de J.K. Rowling contava, de maneira simples, uma história de superação e encantamento. À medida que a série avançava, paralelos eram traçados com o SENHOR DOS ANÉIS, já que a construção de um mundo fantasioso, com suas várias sub-tramas repletas de diferentes raças, línguas e criaturas em muito tinham em comum com o universo de Tolkien. E, recentemente, com o lançamento dos últimos livros da série, o nome que mais pipocava em todas as resenhas (positivas ou não) para servir de parâmetro para HARRY POTTER era o de Charles Dickens. De um bom romance infanto-juvenil a um dos maiores nomes da literatura mundial, HARRY POTTER veio um longo caminho...
Mas eu também pensei em um outro ciclo: aquele em que nós, leitores (que de acordo com os teóricos contemporâneos mais radicais somos quem realmente construímos a obra) passamos quando decidimos acompanhar a série criada por J.K. Rowling. No meu caso, começou em 1999, quando ouvi pela primeira vez falar na série de um menino bruxo e resolvi ler o primeiro romance. Achei divertidíssimo, principalmente lendo coisas bem mais densas no quarto período da faculdade. E desde então, acompanhei esta série inicialmente com prazer, para depois tornar-se vício. E ao terminar de ler HARRY POTTER AND THE DEATHLY HALLOWS, é interessante pensar quem eu era então (há 8 anos atrás, meu Deus!) e quem eu sou agora. Algumas coisas mudaram; outras, permanecem as mesmas. No entanto, mais do que isso, é interessante pensar: o que ainda irá acontecer? Só que, independente do que o futuro reserva, não existirão romances de Harry Potter para ajudar a passagem do tempo, o que sempre foi (junto com vários outros), um delicioso conforto.
Mas e sobre o livro? Será que J.K. Rowling termina sua obra à altura do sucesso fenomenal que criou? Quem quiser saber (sem spoilers), clique abaixo pra continuar a ler.

(Anderson)

(Anderson)

Ah, a Internet, a pirataria, a China... Ah, estes tempos líqÌidos. Ah, as incertezas. Ah, a ansiedade pop.
Baixei um arquivo em pdf que é uma seqÌência de fotos, bastante legíveis, de um livro que tem muito a cara de ser HARRY POTTER AND THE DEATHLY HALLOWS. Lendo um pouquinho, o livro tem também o clima de um HP. Tem até aqueles capítulos nada-acontece-só-estamos-pensando que contrastam com um capítulo tudo-ao-mesmo-tempo da dona J.K.
Será que o arquivo que eu baixei e li ontem de madrugada (pulando capítulos, de pura ansiedade) era mesmo o livro?
Se era: você que pretende gastar seu dinheirinho com o livrinho, saiba que não vai se arrepender nem uma vírugula. As epígrafes escolhidas por J.K. já valem o dinheiro, pela emoção que causam. Numa leitura muito rápida, dá para perceber que a tia preparou uma chave de ouro, coerente com os livros anteriores e aparentemente sem grandes surpresas - ao menos para os mais atentos. Isso não quer dizer que não existam emoções. Mas aí eu já estaria estragando tudo se comentasse mais - e eu nem sei se li o livro...
(Clarice Starling)













