- O blog pra quem sabe que Norman Bates é a mãe, o Bruce Willis está morto no final, Tyler Durden é coisa da sua cabeça e, claro, Rosebud é o trenó!

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Não sei se é bem na Bahia não. Depois do almoço, pelo menos, preciso sempre de um ‘facebook’.

Eu tuíto, Tu tuítas, Ele tuíta…

1101090615 400 321x425 Eu tuíto, Tu tuítas, Ele tuíta... tecno logica

Assim como a Época antes dela, a revista Time dessa semana traz o fenômeno Twitter como reportagem de capa. A matéria completa você pode ler aqui. Apesar de levantar alguns pontos interessantes – especialmente em relação à questão de como os usuários é que são os principais criadores da internet (sem mencionar, que eu me lembre, nenhuma vez o termo ‘web 2.0′) – a matéria me pareceu uma resposta birrenta para aquelas pessoas que dizem que o Twitter não serve pra nada.

O jornalista Steven Johnson, autor da reportagem, repete mil vezes que o Twitter pode ser usado sim pra dizer o que você comeu no café da manhã – mas não é isso! Repetido várias vezes, cansa. Dá vontade de dizer ‘ok, ok, já entendi que o Twitter é importante.’ No final da reportagem, tem uma patriotada de como os EUA continuam a criar as mais revolucionárias tecnologias e blá blá, mas isso não foi o que me chamou mais atenção. O mais interessante foi como várias vezes o autor disse que o Twitter (assim como outros sites mencionados na matéria como Facebook e o próprio Google) mudaram a forma em que temos acesso à informação – ou melhor, mudaram o próprio conceito de informação. Ou seja, chegou perto de dizer que a própria revista onde trabalha estava perto de se tornar obsoleta.

Também não gostei da ênfase dada à questão das celebridades no twitter. Ele levanta um ponto sem dúvida relevante – ao dar um reply para a Oprah, por exemplo, você tem a sensação de estar conversando com ela diretamente, algo como ‘como eu disse pra Oprah ontem…’ No entanto, essa é uma questão pra mim que só reforça o culto à celebridade de forma desinteressante. Muito se fala como a relação com a fama se transformou na era da internet, quando você pode ver fotos do seu ator favorito indo no mercado ou a cantora do momento flagrada saindo do carro sem calcinha. Sim, os famosos caíram do pedestal. Essa aproximação, contudo, é falsa. Quanto mais fotos se vê do galã hollywoodiano pegando sol, mais se reproduz a sua imagem e mais celebridade ele se torna. A idéia de realidade que se tem da vida dele é totalmente… irreal.

A revista Time, como se tornou de lei toda publicação/site que fala do Twitter, também fez sua lista das 10 celebridades a se seguir. Eu, por outro lado, vou fazer um top 10 dos Twitterers (ou tuiteiros mesmo) mais interessantes – celebridades ou não – que sigo:

@diditleak: Quando vaza um disco na web, ele fala aqui.

@giselem: A discípula mais fiel do Deus Pop na Terra.

@ulissesmattos: Ironias do cotidiano com humor certeiro.

@OCriador: Os tweets do Todo Poderoso.

@vinniciusp: A divulgação de seus famosos jogos pode apontar o futuro da convergência blog/microblog.

@bettydraper: A esposa do protagonista de MAD MEN, direto do cotidiano opressivo dos ano 50.

@seufelipe: Seinfeld, Wordpress e muito Wilco.

@jesusluz: Um dos fakes mais engraçados. Anda postando pouco, mas é de rolar de rir.

@guimaboy: Divagações sobre Bethânia cantando pelada ao lado de Chico Buarque são só o começo.

@melhoramigogay: Baixaria das mais divertidas.

E a quem interessar possa, meu twitter é @Perseu.

Wa… quê?

Comecei a usar o Wakoopa há um mês e estou adorando. Eu, como bom viciado em social networks, quando descobri a existência de um site que lista os programas e sites que você mais usa e permite se comunicar e criar grupos com pessoas que usam os mesmo programas…adorei!

Uma das coisas mais legais é que descobri uns programas e sites que simplesmente desconhecia e fiquei vidrado imediatamente assim que os vi nas listas de outros usuários do Wakoopa. Também é muito interessante ver a porcentagem que você usa de um programa/site em um dia ou uma semana (eu, por exemplo, não sabia que usava tanto o powerpoint).

Mas o mais divertido mesmo é fazer contato com outras pessoas e ver o site/programa que elas acessam com mais freqüência. Quem quiser entrar lá, a minha conta está aqui.

E já que estamos no assunto, só lembrando que também estou no Twitter, Flixster, Friendfeed e na comunidade do blog no orkut.

Email fúnebre

Através do PopWatch da EW, descobri uma das idéias mais espetacularmente mórbidas de todos os tempos: o site Just in Case I Die (em português, algo como “Caso Eu Morra”).

Funciona assim: você escreve quantos e-mails você quiser dizendo coisas que você só gostaria que as pessoas soubessem depois de sua morte. Pode ser xingar o seu chefe de idiota, revelar uma traição, dar o número do cofre ou até mesmo confessar um grande amor. O usuário cria uma conta e também uma data em que deve retornar ao site. Se não retornar, o site presume que você morreu e manda o(s) email(s). Arriscadamente fúnebre, mas original. Acho interessante que até mesmo a morte é recontextualidade na sociedade da web 2.0.

Mesmo que acredite que não vá fazer um cadastro no site, foi inevitável me pegar imaginando para quem mandaria os tais emais post-mortem e o que diria.

Pra ficar no tema da finitude da vida, termino com uma das minhas tirinhas favoritas do Calvin & Haroldo:

calvinharodotira485 Email fúnebre  pop q pensa