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	<title>Rosebud é o Trenó! &#187; almodovar</title>
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	<description>O blog pra quem sabe que Norman Bates é a mãe, o Bruce Willis está morto no final, Tyler Durden é coisa da sua cabeça e, claro, Rosebud é o trenó!</description>
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		<title>A Próxima Vítima</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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Mesmo tendo submetido Emily Watson, Nicole Kidman, Bjork, Bryce Dallas Howard e Charlotte Gainsbourg a todo tipo de tortura e humilhação, parece que as atrizes continuam adorando Lars Von Trier.
De acordo com alguns sites de notícia e blogs, a próxima vítima do diretor é Penélope Cruz. A diva espanhola estrelará o próximo filme do diretor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-3196" title="penelope-cruz" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2010/02/penelope-cruz-425x318.jpg" alt="penelope cruz 425x318 A Próxima Vítima 24 quadros por segundo" width="425" height="318" /></p>
<p>Mesmo tendo submetido <strong>Emily Watson, Nicole Kidman, Bjork, Bryce Dallas Howard</strong> e <strong>Charlotte Gainsbourg</strong> a todo tipo de tortura e humilhação, parece que as atrizes continuam adorando <strong>Lars Von Trier</strong>.</p>
<p>De acordo com alguns <a href="http://theplaylist.blogspot.com/2010/02/is-penelope-cruz-starring-in-lars-von.html">sites de notícia e blogs</a>, a próxima vítima do diretor é <strong>Penélope Cruz</strong>. A diva espanhola estrelará o próximo filme do diretor chamado&#8230; <strong>MELANCHOLIA</strong>. Poxa, colocar logo a fofa da Penélope pra sofrer! Qual será a próxima obra de Von Trier? Assasssinar um panda? Salva ela <strong>Almodóvar</strong>!</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.rosebudeotreno.com/a-proxima-vitima/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>1999 &#8211; O Ano que não terminou</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 01:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos em 2009 e há exatos 10 anos atrás o cinema norte-americano (mas não só ele) viveu uma fase de ouro. Os filmes lançados em 1999 foram os que realmente marcaram uma nova visão temática, narrativa, e até mesmo de propaganda para a Hollywood do século 21. No drama, no suspense ou na ficção científica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em 2009 e há exatos 10 anos atrás o cinema norte-americano (mas não só ele) viveu uma fase de ouro. Os filmes lançados em 1999 foram os que realmente marcaram uma nova visão temática, narrativa, e até mesmo de propaganda para a Hollywood do século 21. No drama, no suspense ou na ficção científica, muitos dos filmes que assistimos nesses anos &#8220;OO&#8221; (alguém vai inventar um nome melhor pra essa década?) são herdeiros das principais produções de 1999. Vamos a elas:</p>
<p><strong>MATRIX</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1974" title="wp-content-uploads-2008-11-neo" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/wp-content-uploads-2008-11-neo.jpg" alt="wp content uploads 2008 11 neo 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="355" height="228" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando eu vi:</strong> Saí do cinema achando um filme de ação bem legal, especialmente o uso do slow motion nas cenas de ação e do kung fu coreográfico.</p>
<p><strong>O que eu acho hoje:</strong> Por mais que eu goste do filme, ainda assim não acho toda essa maravilha a ponto de chamar de clássico. Mas só o fato de ser uma ficção científica com idéias realmente originais vale a pena. Sua proposta de &#8220;Baudrillard para as massas&#8221; é ótima, além das trocentas referências à filosofia e à literatura.</p>
<p><strong>A influência:</strong> A indústria de casacos de vinil, couro preto e óculos escuros tem muito que agradecer aos <strong>irmãos Wachowski</strong>. Agora falando sério, as cenas de ação nunca mais foram as mesmas: todo filme de fundo de quintal agora tem &#8216;wire-fu&#8217; e  balas de revólver que deixam um rastro no ar com muito <em>bullet time</em>.</p>
<p><strong>BELEZA AMERICANA</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1975" title="16931__american_l" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/16931__american_l.jpg" alt="16931  american l 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="400" height="300" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Assisti numa pré-estréia, em um dia muito especial. Saí do cinema pensando &#8220;como um filme que começa com uma cena de masturbação é o favorito ao Oscar?&#8221; Gostei de tudo o que vi e fiquei particularmente impressionado com os personagens de <strong>Wes Bentley</strong> e <strong>Annette Benning</strong>. E a surpresa com o <strong>Chris Cooper</strong>, como tudo mundo.</p>
<p><strong>O que acho hoje:</strong> Continuo gostando bastante, mesmo que a desconstrução de alguns estereótipos da sociedade norte-americana acabassem gerando outros. E é interessante pensar como todo o filme é totalmente positivo em relação aos seus protagonistas masculinos e bem crítico com os personagens femininos. No entanto, os diálogos de <strong>Alan Ball</strong> permanecem impagáveis e a qualidade das atuações (até mesmo <strong>Mena Suvari</strong>!) é ponto alto.</p>
<p><strong>Influência:</strong> O Oscar mudou muito a percepção sobre o filme. Eu sou da opinião que é o filme mais &#8220;não-Oscar&#8221; a receber a estatueta desde <strong>O SILÊNCIO DOS INOCENTES</strong>. No entanto, hoje muita gente torce o nariz, chegando a dizer que é um dos <a href="http://www.cinemablend.com/new/CB-Top-5-Worst-Oscar-Winners-7918.html">piores vencedores do Oscar</a> da história (ninguém viu <strong>CRASH</strong>?). No entanto, é fato que não haveria &#8216;filme de subúrbio palatável&#8217; (já que os de <strong>Todd Solondz</strong> são muito &#8216;hard&#8217; para as massas) sem <strong>BELEZA AMERICANA</strong>, muito menos <strong>&#8220;Desperate Housewives&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>CLUBE DA LUTA</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1976" title="fight_club1" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/fight_club1-283x425.jpg" alt="fight club1 283x425 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="283" height="425" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Esperava um filme de muita porradaria, mas me surpreendi com as idéias e o visual escalafobético de <strong>David Fincher</strong>. Nem sonhava com aquela reviravolta no meio, e a cena final é pura poesia pré-Davos.</p>
<p><strong>O que acho hoje:</strong> Acho que talvez seja o filme mais representativo do mundo contemporâneo. Algumas das idéias que aparecem truncadas em <strong>MATRIX</strong>, são muito bem apresentadas aqui. Continuo achando que depois que se forma aquela organização terrorista no meio do filme a história cai um pouco. Mesmo assim, não tira o mérito de ser o melhor filme de Fincher.</p>
<p><strong>Influência:</strong> Teve gente criando <a href="http://www.theglobeandmail.com/servlet/story/RTGAM.20080430.WBtheoffice20080430154105/WBStory/WBtheoffice">&#8220;clubes da luta&#8221; de verdade</a> &#8211; ou seja, devem ter visto outro filme! Fracasso de bilheteria, não lembro de ninguém tentando imitar seu estilo.</p>
<p><strong>O SEXTO SENTIDO</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1977" title="movie_i_see_dead_people" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/movie_i_see_dead_people-425x218.jpg" alt="movie i see dead people 425x218 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="425" height="218" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Primeiramente, fiquei por uma semana morrendo de medo de ficar em casa com a luz apagada &#8211; ir ao banheiro no meio da noite, nem pensar! Também vi na pré-estréia, e só lembro nos jornais as pessoas falando sobre &#8216;o filme que os americanos estão indo ver duas vezes no cinema&#8217;. Nada, contudo, foi mais chocante que o final.</p>
<p><strong>O que acho hoje: </strong>Além de ter um roteiro maravilhoso, possui um ritmo lento e crescente visto muito pouco no cinema americano contemporâneo. Mesmo não tendo visto em bastante tempo, continuo adorando.</p>
<p><strong>Influência:</strong> <strong>Bruce Willis</strong> voltou a ter cacife como ator &#8217;sério&#8217; e o clichê de &#8216;criança sinistra em filme com fantasmas&#8217; voltou com toda a força. <strong>Haley Joel Osment</strong> se tornou um dos atores-mirins mais conhecidos da história graças à qualidade da atuação e uma frase que já se tornou uma das mais clássicas do cinema: &#8220;I see dead people.&#8221; <strong>Shyamalan </strong>se tornou um &#8220;auteur&#8221;, para alegria dos críticos (só dos franceses) e desespero dos estúdios.</p>
<p><strong>TUDO SOBRE MINHA MÃE</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1978" title="mymother460" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/mymother460-425x277.jpg" alt="mymother460 425x277 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="425" height="277" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que eu achei quando vi:</strong> Assisti em um Festival do Rio e, mesmo com tantos outros filmes interessantes naquele ano, acabei considerando o melhor de 1999. O travesti mais divertido da história do cinema, a sempre maravilhosa <strong>Cecilia Roth</strong> e as referências a <strong>Tennessee Williams</strong> foram os elementos que mais me marcaram.</p>
<p><strong>O que eu acho hoje:</strong> Mesmo tendo feito sucessivos filmaços posteriormente, ainda considero este o melhor filme de <strong>Almodóvar</strong>. Acho que é a obra que de forma mais completa alia seus elementos melodramáticos, mas de natureza essencialmente psicológica, ao visual arrebatador característico do diretor.</p>
<p><strong>Influência:</strong> Colocou Almodovar para o público norte-americano (e consequentemente mundial) como um diretor além da estética kitsch. E uma jovem <strong>Penelope Cruz</strong> chamou muita atenção.</p>
<p><strong>MAGNOLIA</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1979" title="164040__magnolia_l" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/164040__magnolia_l.jpg" alt="164040  magnolia l 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="400" height="300" /></p>
<p><strong>O que eu achei quando vi:</strong> Difícil dizer com que personagem eu mais me identifiquei. <strong>Julianne Moore</strong> novamente dando show e tive a certeza que <strong>Paul Thomas Anderson</strong> era meu novo diretor favorito, em mais um excelente filme depois de <strong>BOOGIE NIGHTS</strong>.</p>
<p><strong>O que eu acho hoje:</strong> Embora o filme tenha uma legião de fãs, acho interessante como é pouco comentado hoje (na filmografia de Anderson, <strong>BOOGIE NIGHTS</strong> e <strong>SANGUE NEGRO</strong> roubam a atenção). E me dá uma raiva ver que outros filmes menores da estética &#8216;histórias de pessoas problemáticas lutando pra viver na selva de pedra&#8217; recebem elogios sem dar crédito a <strong>MAGNÓLIA</strong>.</p>
<p><strong>Influência:</strong> Conseguiu por um certo tempo colocar <strong>Tom Cruise</strong> no spotlight como ator dramático. E sua narrativa fragmentada e múltipla (herdade de <strong>Altman</strong>) rendeu uma série de imitadores (de <strong>Paul Haggis</strong> a <strong>Inarritu</strong>).</p>
<p><strong>A BRUXA DE BLAIR</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1980" title="1" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/1.jpg" alt="1 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="380" height="375" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Desorientação e muito, muito medo.</p>
<p><strong>O que acho hoje:</strong> Taí outro filme que nunca mais vi, especialmente porque acho que não mereça uma segunda visita. Mesmo assim, acho que essa idéia de câmera na mão e terror na cabeça muito boa.</p>
<p><strong>Influência:</strong> O filme que mostrou à indústria de cinema como a internet havia se tornado uma imensa força de divulgação. Teria <strong>A BRUXA DE BLAIR</strong> sido o primeiro marketing viral? De certa forma, o filme também foi a primeira produção &#8220;shaky-cam&#8221; com aquela câmera &#8216;versão labirintite&#8217;, isso antes de <strong>REC </strong>e <strong>CLOVERFIELD</strong> (e beeem antes do YouTube também). Até hoje é o filme mais lucrativo da história, se compararmos o que custou e o que rendeu.</p>
<p><strong>TOY STORY 2</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1981" title="a2-john-lasseter-toy-story-2-woody-buzz-lightyear-dvd-review-pdvd_026" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/a2-john-lasseter-toy-story-2-woody-buzz-lightyear-dvd-review-pdvd_026-425x239.jpg" alt="a2 john lasseter toy story 2 woody buzz lightyear dvd review pdvd 026 425x239 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="425" height="239" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que eu achei quando vi:</strong> Eu adoro o primeiro <strong>TOY STORY</strong> e achei esse ainda mais divertido. A história é brilhante, e tem gags na medida certa (&#8221;Buzz, I&#8217;m your father!&#8221;).</p>
<p><strong>O que acho hoje:</strong> Difícil dizer que é a obra-prima da Pixar, porque também existem <strong>WALL-E </strong>e <strong>RATATOUILLE</strong>, mas talvez seja o filme que tenha revelado a maturidade artística do estúdio.</p>
<p><strong>Influência:</strong> <strong>TOY STORY</strong> está prestes a se tornar uma trilogia, e esse segundo filme parece que confirmou como um desenho de animação computadorizado pode ser um sucesso gigante de público e também de crítica. Aliás, o vilão &#8216;nerd&#8217; poderia muito bem ser da mesma família do outro vilão &#8216;nerd&#8217; de <strong>OS INCRÍVEIS</strong>, né?</p>
<p><strong>BUENA VISTA SOCIAL CLUB</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-1982" title="bw_10" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/bw_10-425x281.jpg" alt="bw 10 425x281 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="425" height="281" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Aula de poesia de <strong>Wim Wenders</strong> &#8211; mesmo nostálgico, não tem a menor pinta de saudosista.</p>
<p><strong>O que acho hoje:</strong> Basicamente a mesma coisa, talvez goste um pouco exatamente porque conheci a música cubana através do filme.</p>
<p><strong>Influência:</strong> Virou moda fazer documentário sobre músicos tradicionais de um país &#8211; no caso do Brasil, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL466472-7086,00-FILME+SOBRE+A+VELHA+GUARDA+DA+PORTELA+E+SELECIONADO+PARA+CANNES.html">foram os sambistas</a>. Na Argentina, foram <a href="http://www.omelete.com.br/cine/100017210/Cafe_dos_Maestros.aspx">os cantores de tango</a>.</p>
<p><strong>QUERO SER JOHN MALKOVICH</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1983" title="being_jm2" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/04/being_jm2.jpg" alt="being jm2 1999   O Ano que não terminou 24 quadros por segundo" width="396" height="287" /><br />
</strong></p>
<p><strong>O que achei quando vi:</strong> Totalmente insano, mas no bom sentido. Lembro de voltar de metrô pra casa e só ouvir &#8220;Malkovich, Malkovich?&#8221; martelando na minha cabeça.</p>
<p><strong>O que acho hoje: </strong>O absurdo das situações hoje me parecem menos engraçadas e mais melodramáticas. Tem coisa mais triste que a história da <strong>Cameron Diaz</strong> e do chimpanzé?</p>
<p><strong>Influência:</strong> Colocou <strong>Charlie Kaufman</strong> no mapa, assim como sua legião de imitadores. Mostrou que <strong>Spike Jonze</strong> era capaz de ser talentoso além da esfera do videoclipe. Ver um filme com <strong>John Malkovich</strong> nunca mais foi a mesma coisa.</p>
<p>1999 também foi o ano de <strong>O TALENTOSO RIPLEY, FIM DE CASO, ELEIÇÃO</strong> e <strong>A LENDA DO CAVALEIRO SEM-CABEÇA</strong>. Alguma dúvida de que foi o melhor ano do cinema em muito tempo?</p>
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