- O blog pra quem sabe que Norman Bates é a mãe, o Bruce Willis está morto no final, Tyler Durden é coisa da sua cabeça e, claro, Rosebud é o trenó!

Fotógrafos: Pierre et Gilles

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Pierre Commoy e Gilles Blanchard, conhecidos simplesmente como Pierre et Gilles (acima, em um auto-retrato), são um casal de fotógrafos franceses cujas imagens são famosas pelo seu forte conteúdo sexual e religioso. Só que mais do que o conteúdo, a forma que os artistas expõem seus trabalhos é o que torna essa dupla realmente conhecida.

Todas as suas fotos passam por um trabalho de estilização específico, através de manipulação digital, inserção de elementos em alto relevo e até mesmo nas molduras. Ano passado, tive a sorte de ver as obras de perto devido à exposição dos principais trabalhos da dupla no Rio de Janeiro. No clique abaixo, algumas das fotos (NSFW!) mais célebres de Pierre et Gilles.

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Top 10 – Videoclipes mais sexy

Se ‘o sexo vende’, sexo em videoclipe vende música. Até as canções mais pavorosas ficam boas se o clipe tem uma boa dose de sacanagem. Seja através da mera sugestão ou de imagens mais explícitas, fato é que os clipes abaixo são de fazer qualquer um se abanar.

P.S.: Como está cada vez mais difícil achar vídeos com habilidade de ‘embedding’, CLIQUE NAS FOTOS PARA VER O CLIPE.

10- STACY’S MOM – Fountains of Wayne

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Mistura de delírio juvenil com homenagem às MILFs, esse clipe mostra que os fedelhos nem sempre estão atrás das garotinhas. A ‘mãe’ realmente é um fenômeno, e as ilusões eróticas do garoto são divertidas. O visual suburbano bem ‘American dream’ reforça o fetiche da situação.

9- AIN’T IT FUNNY – Jennifer Lopez

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Com uma bunda daquelas, Jennifer Lopez realmente não poderia faltar nessa lista. E o clipe escolhido é exatamente aquele em que ela faz o melhor uso de seu derriére. Depois de ver seu futuro nas cartas do tarô, J-Lo fica com fogo na periquita e se transforma numa cigana pra lá de caliente. Chegando num vilarejo gyspsy, troca olhares mais do que 43 com um cara que coloca o cigano Igor no chinelo. Dirigido por Herb Ritts, o visual quase sépia do clipe deixa tudo ainda mais bonito. O auge é quando Jennifer Lopez faz sua dança-cigana-do-acasalamento, com o melhor rebolado  da história do videoclipe. #Chupa Carla Perez!

8- SLOW – Kylie Minogue

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A melodia e a letra da música já são um convite ao sexo, mas o clipe aparentemente simples vai ainda mais longe da sugestão. Numa vibe Busby Berkeley, Kylie fica deitada à beira de uma piscina cercada de homens sarados enquanto faz uma coreografia sensual captada do alto pela câmera. O mais curioso é que não há toques, beijos e nem olhares, mas a possibilidade do sexo já é mais do que suficiente.

7- HOW DOES IT FEEL – D’Angelo

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É um dos videoclipes mais simples já feitos: o artista nu canta sua música, e é isso. Só que o trabalho todo aqui é da câmera que, (aparentemente) sem cortes, vai caminhando pelo corpo do cantor. Claro que o corpo ajuda, e os closes em partes perigosas de D’Angelo fez com que muita gente quisesse ser o operador de câmera desse clipe.

6- NO QUIERO ENAMORARME – Daniel Zueras

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Os clipes com mais referências a sexo são os do ‘dance farofa’, e poderia ter feito uma lista só com eles. Mas nessa categoria, se destaca esse vídeo de Daniel Zueras por uma abordagem bem direta ao ponto com relação ao bissexualismo. O cantor encontra o casal numa festa, eles conversam, e quando piscamos já vemos  os caras se beijando enquanto a mulher é apalpada em mais de uma maneira. Mesmo tendo uns momentos  ridículos (morro de rir quando o cara tá cantando na cama no meio do casal), dá um senhor calor.

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Top 10 – Versões ‘cool’ pra músicas pop

Culpem o pós-modernismo, a abolição das barreiras entre a baixa e a alta cultura, a decadência da música popular ou até mesmo a cara de pau dos artistas. Mas a verdade é que de uns anos pra cá é cada vez mais comum músicos da MPB, do rock alternativo e até mesmo do cenário ultra-independente fazerem versões para canções descaradamente pop. Tudo parece uma grande brincadeira, mas esse cantores/bandas são espertos o suficiente para saberem a descontrução que estão fazendo não só daquelas músicas tidas como ‘ruins’ (mas extremamente populares) mas também da sua própria imagem de ‘artista sério’.

Aqui vão as minhas 10 versões preferidas nesse estilo. Uma observação: como são versões de show gravados pelo público, o som não está com aqueeeela qualidade Dolby.

10- Maria Gadu – “Baba” de Kelly Key

Maria Gadu é a ‘revelação da MPB’ do ano, mas é difícil não se apaixonar pela sua voz aveludada porém marcante, lembrando muito Cássia Eller. Sua versão da música-chiclete de Kelly Key é estilo puro, com um swing insuspeito. [Versão original]

9- Antony and the Johnsons – “Crazy in Love”, de Beyonce

O mega-hit dançante de Beyonce virou uma canção de cortar os pulsos na voz de Antony. A melodia tem uns violinos assassinos e nem dá pra acreditar que é mesma música. Na voz dele, o sentido de desespero da letra alcança outro nível. Lindíssimo, mas pra ouvir só comendo muito chocolate. [Versão original]

8- Flaming Lips – “Borderline”, de Madonna

O que começa quase como uma baladinha, com o vocalista gemendo, termina sendo praticamente uma canção de rock progressivo. Uma das melhores músicas da Madonna que ganhou uma versão à altura. [Versão original]

7- The Killers – “Girls Just Wanna Have Fun”, de Cindy Lauper

Cantada por um homem a canção adquire todo um novo sentido. E o estilo ‘pós-new wave’ do The Killers combina totalmente com a melodia. Fiquei surpreso como a voz do Brandon Flowers tem tudo a ver com o apelo “anos 80″ da música. [Versão original]

6- Last Shadow Puppets – “S.O.S.”, de Rihanna

Essa versão seria perfeita para um próximo filme de James Bond. A guitarrinha ’surf music’ dá um aspecto de perigo e mistério que na versão original é só de brincadeirinha. Adoraria que eles fizessem uma versão de “Livin’ La Vida Loca” ;-) [Versão original]

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