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	<title>Rosebud é o Trenó! &#187; leonardodicaprio</title>
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	<description>O blog pra quem sabe que Norman Bates é a mãe, o Bruce Willis está morto no final, Tyler Durden é coisa da sua cabeça e, claro, Rosebud é o trenó!</description>
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		<title>Top 10 &#8211; Filmes mais bonitos do cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem filmes que tem um visual tão arrebatador que, sinceramente, nem precisavam ter uma história. Mas quando a beleza das imagens casa perfeitamente com o enredo, fica melhor ainda. Aqui vão meus dez filmes preferidos nesse estilo:
10- A LIBERDADE É AZUL


A trilogia das cores de Kieslowski é toda um desbunde visual, em especial porque cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem filmes que tem um visual tão arrebatador que, sinceramente, nem precisavam ter uma história. Mas quando a beleza das imagens casa perfeitamente com o enredo, fica melhor ainda. Aqui vão meus dez filmes preferidos nesse estilo:</p>
<p><strong>10- A LIBERDADE É AZUL</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2537" title="binoche-blue" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/binoche460-425x277.jpg" alt="binoche-blue" width="425" height="277" /><br />
</strong></p>
<p>A trilogia das cores de <strong>Kieslowski</strong> é toda um desbunde visual, em especial porque cada filme tem que seguir a sua palheta específica de azul, branco ou vermelho. Mas acredito que <strong>A LIBERDADE É AZUL</strong> é o mais rico em termos de imagens, já que todos os tons de azul da fotografia (de <strong>Slawomir Idziak</strong>, responsável também pelo visual soturono de <strong>GATTACA </strong>e do quinto <strong>HARRY POTTER</strong>) se fazem presentes em praticamente todos os fotogramas. Em particular, as cenas de <strong>Juliette Binoche</strong> na piscina são de tirar o fôlego, ainda mais acompanhadas pela trilha clássica de <strong>Zbigniew Preisner</strong>.</p>
<p><strong>9-  EVITA</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2538" title="madonna-Evita" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/madonna-Evita-cd-inside-425x421.jpg" alt="madonna Evita cd inside 425x421 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="421" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Darius Khondji</strong> é um dos meus diretores de fotografia favoritos, e sou fã de seu trabalho especialmente ao lado de <strong>David Fincher</strong> (<strong>ALIEN 3, SEVEN, O QUARTO DO PÂNICO</strong>). Mesmo se especializando em um estilo mais moderno, acredito que seu melhor trabalho seja em<strong> EVITA</strong>, em que o visual clássico de uma Argentina de sonhos é crucial para que o filme funcione como musical. As sequências do funeral de Evita são um espetáculo por si só, mas as cenas da alta-sociedade de Buenos Aires são perfeitas em sua mistura de beleza e também ironia .</p>
<p><strong>8- O TERCEIRO HOMEM</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2539" title="thirdman" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/thirdman-425x316.jpg" alt="thirdman 425x316 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="316" /><br />
</strong></p>
<p>Filmes em preto-e-branco geralmente são lindos por si só, mas no caso de <strong>O TERCEIRO HOMEM </strong>o filme inteiro é construindo através de um jogo de luz e sombras (e bota sombra nisso) pelas ruas de Viena. A cidade na verdade se torna uma personagem que engole todos os envolvidos numa sinistra trama de espionagem, até chegar em sua arrebatadora última cena, que parece saída de um sonho.</p>
<p><strong>7- UM CORPO QUE CAI</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2540" title="vertigo21" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/vertigo21-425x212.jpg" alt="vertigo21 425x212 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="212" /><br />
</strong></p>
<p>Aqui grande parte do crédito é claro que vai para Hitchcock e seu ímpeto controlador. O que mais me chama atenção é o uso das cores &#8211; do cinza do tailleur repressor de <strong>Kim Novak</strong>, ao vermelho da Golden Gate e das flores de Carlota Valdez, ao verde que envolve Madeleien quando ela retorna do mundo dos mortos. E há algo de perturbador em seu enigmático final, com um suicídio em plena luz do dia causado por uma freira pra lá de sinistra. É um filme hipnótico, devido não só à natureza labiríntica de sua história mas também ao seu visual, que parece imitar a mente alucinante de seu protagonista.</p>
<p><strong>6- AMOR À FLOR DA PELE</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2541" title="in_the_mood_for_love1" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/in_the_mood_for_love1-425x290.jpg" alt="in the mood for love1 425x290 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="290" /><br />
</strong></p>
<p>Os filmes de <strong>Wong Kar-Wai</strong> são reconhecíveis  já nas primeiras cenas. Acredito que só <strong>Almodóvar</strong> hoje tenha uma marca visual tão forte em sua filmografia. No caso do cinema de Wong Kar-Wai, grande parte de sua beleza vem da contruibuição do diretor com <strong>Christopher Doyle</strong>, provavelmente o mais talentoso diretor de fotografia da atualidade. Nos filmes de Kar-Wai a luz parece sair dos personagens para o ambiente &#8211; e no caso de <strong>AMOR À FLOR DA PELE</strong>, é o vermelho faiscante que envolve <strong>Tony Leung</strong> e <strong>Maggie Cheung</strong> que dá o tom da produção. A história é orgânica, pulsante, em especial porque as imagens do filme (por mais que às vezes não tenham um sentido óbvio) são a representação dos sentimentos dos protagonistas.</p>
<p><span id="more-2525"></span></p>
<p><strong>5- O ASSASSINATO DE JESSE JAMES</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2542" title="assassination-of-jesse-james-by-the-coward-robert-ford-4" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/assassination-of-jesse-james-by-the-coward-robert-ford-4-425x261.jpg" alt="assassination of jesse james by the coward robert ford 4 425x261 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="261" /><br />
</strong></p>
<p>O diretor de fotografia <strong>Roger Deakins</strong> é famoso por sua colaboração com os <strong>Irmãos Coen</strong> (<strong>FARGO </strong>e <strong>O HOMEM QUE NÃO ESTAVA LÁ </strong>em especial são belíssimos visualmente). No entanto, o grande trabalho de Deakins é no subestimado <strong>O ASSASSINATO DE JESSE JAMES</strong>. O filme deve muito ao cinema de <strong>Terrence Malick</strong>, com seu desenvolvimento lento e forte simbolismo. Grande parte da força mítica que envolve Jesse James (<strong>Brad Pitt</strong>) e sua gangue é a forma com que Deakins decide iluminá-los. A cena que me fez dar conta de estar assistindo a um dos filmes mais bonitos dos últimos tempos foi a do assalto ao trem: a luz, as sombras, a fumaça e o movimento da câmera realça o aspecto &#8216;larger than life&#8217; dos criminosos. Um filme que merece ser mais assistido.</p>
<p><strong>4- DAYS OF HEAVEN</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2543" title="days-of-heavenpdvd_01401" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/days-of-heavenpdvd_01401-425x239.jpg" alt="days of heavenpdvd 01401 425x239 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="239" /><br />
</strong></p>
<p>Falando em Terrence Malick, nenhuma lista de filmes mais belos do cinema é completa sem <strong>DAYS OF HEAVEN</strong>, de 1978. É impressionante que mesmo quem assistir ao filme sem som, vai entender perfeitamente não só o enredo mas também suas nuances. Todas as cenas do filme (exceto uma) ocorrem ou no período do nascer do sol, ou no pôr-do-sol, o que torna a fotografia de <strong>DAYS OF HEAVEN</strong> única na história do cinema &#8211; não há filme que use a luz de forma mais brilhante. A exceção é a cena em que a fazenda é atacada por uma praga de gafanhotos, que ocorre à noite &#8211; e como esse é um filme de Malick, é extremamente simbólica. Diz a lenda que o lendário diretor de fotografia espanhol <strong>Nestor Almendros</strong> estava ficando cego ao fazer o filme, e grande parte das cenas foi rodada por seu assistente. <em>[P.S.: Não sei como foi traduzido o título do filme em português]</em></p>
<p><strong>3- BARRY LYNDON</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2544" title="lyndon" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/lyndon-425x283.jpg" alt="lyndon 425x283 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="283" /><br />
</strong></p>
<p>Desafio: dar pausa em qualquer cena de <strong>BARRY LYNDON </strong>e não ser contemplado com um quadro clássico que poderia estar perfeitamente em qualquer grande museu. <strong>Stanley Kubrick </strong>e seu grande diretor de fotografia, <strong>John Alcott</strong>, fizeram do filme uma verdadeira experiência, fazendo com que o espectador mergulhasse da forma mais genuína possível na Inglaterra do século XVIII. Para isso chegaram a extremos lendários: grande parte do figurino (cortesia da papisa <strong>Milena Canonero</strong>) era original da época; o filme foi quase que todo filmado com luz natural e em locação; e num caso que já faz parte da história do cinema, as sublimes cenas à luz de velas foram realmente iluminadas pelas velas em questão, já que Kubrick e Alcott utilizaram lentes especiais desenvolvidas pela NASA. Para que as imagens saíssem perfeitas, os atores tinha de se movimentar mais lentamente que o normal, daí a impressão que nessas cenas o filme segue um ritmo próprio. Talvez seja o filme histórico definitivo.</p>
<p><strong>2- A ÉPOCA DA INOCÊNCIA/O AVIADOR</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2545" title="AgeofInnocence" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/AgeWater-425x180.jpg" alt="AgeofInnocence" width="425" height="180" /></strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2546" title="aviator" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/aviator460-425x255.jpg" alt="aviator460 425x255 Top 10   Filmes mais bonitos do cinema 24 quadros por segundo" width="425" height="255" /><br />
</strong></p>
<p>Aqui vou roubar um pouquinho, colocando dois filmes no segundo lugar. Faço isso porque esses dois filmes de <strong>Martin Scorsese</strong> talvez sejam  o melhor exemplo no cinema americano atual de como colocar a imagem (que nesse caso são de uma beleza singular) a favor da narrativa. No primeiro filme, com fotografia do mestre <strong>Michael Ballhaus</strong> (talvez o maior diretor de fotografia americano), Scorsese conta grande parte da história através das cores (das flores, dos vestidos de <strong>Michelle Pfeiffer</strong> e <strong>Winona Ryder</strong>, e até mesmo da tela que às vezes é inundada por um vermelho ou amarelo). O desenvolvimento dos personagens é seguido de perto pelas cores que os envolvem, e os ângulos usados por Scorsese são a prova de um trabalho de mestre: duas cenas de tirar o fôlego são Michelle Pfeiffer na ópera passando o leque pelos espectadores, e quando depois ela sobe as escadas, vista de cima, usando um faiscante vestido vermelho.</p>
<p>No caso de <strong>O AVIADOR</strong>, a fotografia ficou a cargo de <strong>Robert Richardson</strong> (cujo trabalho em <strong>KILL BILL </strong>por pouco não entra nessa lista). A decisão de Scorsese fazer com que cada ano da história tivesse o visual de um filme produzido no mesmo ano é ge-ni-al. O filme começa como se feito em duas cores, depois passa a technicolor, até se aproximar ao estilo de filmes recentes. A cena em que <strong>Leonardo DiCaprio</strong> e <strong>Cate Blanchett</strong> passeaim pelo campo de golfe é especialmente criativa, com o verde da grama quase azul, devido à qualidade da película das produções daquele período. Como em várias de suas obras, Scorsese também está discutindo o cinema não só no conteúdo (com a história dos filmes produzidos por Howard Hughes) mas também na forma.</p>
<p><strong>1- HERÓI</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-large wp-image-2547" title="hero-cheung" src="http://rosebudeotreno.com/wp-content/uploads/2009/07/islam_defeated-424x273.jpg" alt="hero-cheung" width="424" height="273" /><br />
</strong></p>
<p>Em termos de visual arrebatador aliado ao caráter multi-facetado da narrativa, <strong>HERÓI</strong> é insuperável. O filme na verdade tem uma única história contada sob diferentes pontos de vista, e sua grande &#8217;sacação&#8217; é fazer cada ponto de vista filmado de uma cor. É uma festa para os olhos, cortesia novamente de <strong>Christopher Doyle</strong>, aqui trabalhando com <strong>Zhang Yimou</strong>. As cenas de ação tem um elemento lírico que só filmes asiáticos conseguem &#8211; e eu, como sou fã de &#8220;filmes com chinês voando&#8221;, babo toda a vez que assisto. Quando a gente acha que viu a cena mais linda do filme, vem outra ainda mais bonita, e cada uma com uma  locação diferente (de um lago plácido a montanhas rochosas, passando por árvores outonais). Seja verde, vermelha, azul, branca ou negra, cada sequência de <strong>HERÓI</strong> consegue invidualmente entrar na lista das mais belas do cinema.</p>
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