- O blog pra quem sabe que Norman Bates é a mãe, o Bruce Willis está morto no final, Tyler Durden é coisa da sua cabeça e, claro, Rosebud é o trenó!

Homens do ano

A GQ do mês de dezembro está com sua tradicional edição de homens do ano e as fotos estão bem legais. As figuras mais importantes do cinema, TV, política e esportes foram clicadas para a edição. Abaixo, as minhas favoritas.

Chris Pine fazendo o look ’sou cool com Enterprise de brinquedo na mão’:

Chris Pine-GQ

Joseph Gordon-Levitt, que tem um editorial só pra si, faz a linha clássica:

Joseph Gordon-Levitt-GQO trio de paspalhos de SE BEBER NÃO CASE:

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Paul Rudd e sua característica cara de “cachorro que perdeu o dono”:

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Tom Ford, que de designer conceituado agora se tornou um ‘auteur’ conceituado:

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Os homens de TRUE BLOOD (cadê o Lafayette?)

true blood-GQ

Mais fotos aqui. Dica da @giselem

Rapidinhas

STAR TREK

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Divertidíssimo filme-pipoca que nem abusa da paciência do espectador e nem se afunda em todas as referências que o universo trekkie poderia proporcionar. O que mais me surpreendeu aqui foi o talento do elenco jovem. Esperava algo “Malhação”, mas o carisma de Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e Anton Yelchin (excelente!)tornam os personagens só deles, especialmente no caso de Quinto, que tem Leonard Nimoy no mesmo filme fazendo o papel que é seu de direito – Spock. As cenas de ação são muito boas e e até a trama de viagem no tempo, mesmo sendo rocambolesca, não atrapalha o desenvolvimento. Assim como em MISSÃO IMPOSSÍVEL 3 (que não é tão bom quanto esse aqui), percebe-se que J.J. Abrams leva sua história a sério, não deixando a auto-paródia e o senso de ridículo entrar nem por um segundo (especialmente no caso do vilão de Erica Bana, que poderia tão facilmente se tornar uma caricatura). Isso não quer dizer que o filme não tenha humor – dos poucos Star Trek’s que vi, esse talvez seja o mais leve, mas nem por isso trivial. Mil oportunidades ótimas estão abertas para futuros filmes.

A MULHER INVISÍVEL

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Começa bem fraquinho: Selton Mello parece que quer imitar Jim Carrey com suas caretas, Luana Piovani aparenta ser só mais uma gostosona digna das pornochanchadas e Vladimir Brichta indica que vai ficar só no papel ingrato do ‘amigo do protagonista’. À medida que avança, porém, cada um vai achando seu estilo (inclusive a história) e a própria idéia de uma ‘mulher imaginária’ (acho que ‘invisível’ não é o termo adequado) vai se abrindo para outras possibilidades. Luana Piovani está bem divertida, e Vladimir Brichta tem uma virada surpreendente no seu personagem. A história da vizinha (vivida por Maria Manoella) é interessante, mas se estende demais em vários desdobramentos rocambolescos. Diverte, mas nada marcante.

EU TE AMO, CARA

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Mais um da escola ‘Judd Apatow‘ de cinema. Esse é o que leva mais longe a idéia central de todos os filmes de Apatow – o conceito de ‘bromance’, a relação de amizade entre dois homens que em alguns filmes lidado de forma  ótima (como em SUPERBAD), em outros beira o misógino (como em LIGEIRAMENTE GRÁVIDOS). Aqui funciona muito bem, principalmente porque Paul Rudd com sua cara de “quero colo” e Jason Segel (que tem toda a pinta de ator dos anos 80) tem um ótimo timing. As referências a filmes (de CHOCOLATE a DE VOLTA PARA O FUTURO) são hilárias, e surpreendentemente a linha tênue entre o relacionamento ‘macho’ e ‘gay’ é trabalhada de forma madura. Só achei que algumas piadas foram estendidas demais (as tentativas idiotas do personagem de Paul Rudd parecer ‘cool’ foram engraçadas só na primeira vez) e alguns personagens ótimos (Lou Ferrigno!) poderiam ser melhor explorados.

Vanity Fair é muito comédia

comedians 425x290 Vanity Fair é muito comédia 24 quadros por segundoA Vanity Fair de abril traz um ensaio fotográfico bem divertido com os principais nomes da comédia no cinema americano atual. Obviamente, essas ‘novas lendas da comédia’ (como o típico estilo exagerado da revista os chama) se concentram especialmente na gangue de Judd Apatow, mas outras figuras divertidas em ascensão (Anna Faris!) também dão as caras em fotos de Annie Leibovitz, Norman Jean Roy e Mark Seliger.

A imagem mais divertida de todas é a que faz piada com aquela capa safadinha da Hollywood Issue de 2006 da própria Vanity Fair, com Tom Ford ao lado de Keira Knightley e Scarlett Johansson peladonas (Rachel McAdams também estaria, mas se recusou ao descobrir que teria que ficar nua). Na ‘capa-paródia’, os escolhidos são Jason Segel, Seth Rogen, Jonah Hill e Paul Rudd (que consegue ser mais Tom Ford que o Tom Ford).

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Também adorei o Jonah Hill de George Washington e o Paul Rudd irreconhecível como Dr. Frankenstein.

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Mais fotos no site da revista.

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